Desejo-te,enfim,tudo o que mais quero
Beijar-te como o último dia desta vida
Não chores minha dor, ninfa querida
Não dói como meu amor por ti,para ser sincero.
Amas de mim o que há de ser guardado...
Sem que os sândalos das lembranças
Tais quais os primevos dias de infância
Não possam, jamais, serem lembrados
Se acaso a vaidade
Sussurar-te minha dor
Saiba que foi a saudade
Quem matou o nosso amor
Cheguei mesmo por ver-te entre deusas,
Mas antes mesmo de não poder mais ver,
Vi eu que de ti não mais poderia ter
O amor que tanto os românticos almejam.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 6 de março de 2010
INFANTUDE
Ali jaz a mesa de madeira
Que abrigou muitas casinhas
Onde sustentou a brincadeira
Das corriqueiras às estrelinhas
E a infância se fez justa
Posta e imóvel à puberdade
Não encarou a chuva aberta
E se manteve todo o tempo alerta
Corre,criança
Senta criança
Canta,criança
Pula e dança
Morre a criança
Nasce o caminho
Olha a criança
Com um doce na mão
Criança de amor
De criança o coração
E o carinho
Que abrigou muitas casinhas
Onde sustentou a brincadeira
Das corriqueiras às estrelinhas
E a infância se fez justa
Posta e imóvel à puberdade
Não encarou a chuva aberta
E se manteve todo o tempo alerta
Corre,criança
Senta criança
Canta,criança
Pula e dança
Morre a criança
Nasce o caminho
Olha a criança
Com um doce na mão
Criança de amor
De criança o coração
E o carinho
Segredo Lunar
Eu olho para a lua
E na lua já não encontro
Seu brilho eterno em ponto
A tua figura nua
O sol não tem o teu brilho
Nem teu carinho latente
Corre lua,o sol teu filho
Fronte à estrela cadente
O teu segredo floresce
Nas bordas de teu pensamento
Lua morre,lua cresce
Desce o teu luar no vento
E a seguir lua triste
Branca como um floco de neve
Tudo que na lua existe
O poema não descreve
Não se pode escrever
Ou mesmo os entregar
Lua furiosa ao ver
O brilho que tem o mar
E na lua já não encontro
Seu brilho eterno em ponto
A tua figura nua
O sol não tem o teu brilho
Nem teu carinho latente
Corre lua,o sol teu filho
Fronte à estrela cadente
O teu segredo floresce
Nas bordas de teu pensamento
Lua morre,lua cresce
Desce o teu luar no vento
E a seguir lua triste
Branca como um floco de neve
Tudo que na lua existe
O poema não descreve
Não se pode escrever
Ou mesmo os entregar
Lua furiosa ao ver
O brilho que tem o mar
A lua majestosa
As nuvens não a tratam como merece
E uma tormenta de nuvens a penetra devagar
Seu clarão me ofusca,e parece penetrar
Sob finas fendas de malha,que nas nuvens a lua tece
A lua do poeta
A lua que nunca deita
Quando viro,noto que ela me espreita
Quando reviro minha cabeça,está a lua em linha reta
Me engana,lua
Vai seguindo as vielas frias
E levando as agonias
Da névoa da escura rua
E finda
E parece por um tempo
Lua lançaste um escarmento
Novamente a lua linda
E uma tormenta de nuvens a penetra devagar
Seu clarão me ofusca,e parece penetrar
Sob finas fendas de malha,que nas nuvens a lua tece
A lua do poeta
A lua que nunca deita
Quando viro,noto que ela me espreita
Quando reviro minha cabeça,está a lua em linha reta
Me engana,lua
Vai seguindo as vielas frias
E levando as agonias
Da névoa da escura rua
E finda
E parece por um tempo
Lua lançaste um escarmento
Novamente a lua linda
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
VOCÊ QUE SEMPRE ME SEGUE...
.Esta noite,escutando uma música,lembrei-me de você.Chance de te conhecer,de conviver como uma família normal.Às vezes choro,não sei porque choro.Sei que te tenho em minha cabeça desde o dia que entendi o sentido da morte,se bem que acho que ainda não descobri.Foi uma grande desilusão perder alguém que nem mesmo conheci.
.Os anos se passaram com uma tormenta que segurei sozinho,sem ninguém me ajudar.Eu não queria ser ajudado.Eu não queria ser tratado como um órfão.Eu escolhi segurar esse fardo sozinho.Se pudesse voltar atrás acho que não evitaria isto,mas teria com certeza desfeito alguns males.
.Dizem que foste forte e elegante,que andavas com a honestidade em teu coração,não te conheci.Apenas sei que me segues,pois posso sentir teu caminhar.Posso sentir tua respiração lenta em meu ouvido,influenciando em cada escolha que faço.
.Lembro-me de quatro ou cinco cenas que vivi contigo,cenas breves.Queria que pudesse ver o quanto me esforço,o quanto tento ser o mais justo possível com todos ao meu redor.Queria dizer ao menos um te amo mamãe.
.Não sei porque mas,esta noite,lembrei que você sempre me segue...
.Os anos se passaram com uma tormenta que segurei sozinho,sem ninguém me ajudar.Eu não queria ser ajudado.Eu não queria ser tratado como um órfão.Eu escolhi segurar esse fardo sozinho.Se pudesse voltar atrás acho que não evitaria isto,mas teria com certeza desfeito alguns males.
.Dizem que foste forte e elegante,que andavas com a honestidade em teu coração,não te conheci.Apenas sei que me segues,pois posso sentir teu caminhar.Posso sentir tua respiração lenta em meu ouvido,influenciando em cada escolha que faço.
.Lembro-me de quatro ou cinco cenas que vivi contigo,cenas breves.Queria que pudesse ver o quanto me esforço,o quanto tento ser o mais justo possível com todos ao meu redor.Queria dizer ao menos um te amo mamãe.
.Não sei porque mas,esta noite,lembrei que você sempre me segue...
Madrugada de moscas
Olho para o mar
Espio diante da noite a madrugada
Que mistério há nessa noite?
Nunca vi uma madrugada tão silenciosa.
Pois que será esta a madrugada das moscas
Dos putrefatos
Ninhos de moscas são feitos em lares
Assim como cobras são criadas em seus lençóis
Venta
Venta forte e não acaba
O fino cálice foi derramado na rede branca
Manchada pelo óleo de satã
As moscas nada tem a ver com essa noite
Um vulto foi visto
Um rato grande caminha em minha direção
São os bosques que escondem esta porção extra de canabis.
Espio diante da noite a madrugada
Que mistério há nessa noite?
Nunca vi uma madrugada tão silenciosa.
Pois que será esta a madrugada das moscas
Dos putrefatos
Ninhos de moscas são feitos em lares
Assim como cobras são criadas em seus lençóis
Venta
Venta forte e não acaba
O fino cálice foi derramado na rede branca
Manchada pelo óleo de satã
As moscas nada tem a ver com essa noite
Um vulto foi visto
Um rato grande caminha em minha direção
São os bosques que escondem esta porção extra de canabis.
Gremy
.Marcos acordou dentro de seu caminhão,sem a sombra de Gremy.Seria mais um dia como qualquer um dia naquela cidade falida,naquele comboio de desgraças.Queria Marcos realmente um motivo para sentir-se valente segundo seus conceitos de valentia.Abandona teu caminhão Marcos e vá atrás de Gremy.E disse aquela voz em sua cabeça que caso fosse,teria de desistir de todos os seus sonhos referentes ao caminhão.
.Teria coragem Marcos,teria a coragem de salvar Gremy de seu mais terrível pesadelo:Aquele mosteiro em sua mente.Gremy se perdera em sua própria cabeça e pedira uma ajuda a quem pudesse ouvir.Marcos preferiria o caminhão,o caminhão preferiria a estrada,a estrada preferiria seus pneumáticos.E nada que preferisse resgatar Gremy de sua selva mental.
.Passam-se os dias e a dor que habitava Gremy agora se torna ódio das escolhas de Marcos.Cambaleia um pouco para direita a fim de achar uma faca que pudesse fazer um ferimento grave em seu pulso.Gremy hesita,depois aceita a decisão de temer o medo mas corromper a vida.Querendo apenas viver,corta os pulsos sendo observada por Otálio.
.Marcos nada soubera enquanto viajava ao seu amado rio.Gremy sangrava muito e olhava Otálio a lamentar sua morte tão precoce:
-E tudo isto por causa de um ideal!
-Confiava que pudesse me ver ao menos na morte,mas me enganei.
-Podia fechar os olhos para esta grande palhaçada.
-Palhaçada que custa minha vida.
-Grande idéia a sua.
-Agora vá e deixe-me definhar em paz
.Nunca atendeu este pedido.Aliás,até que ajudou a sarar o ferimento no pulso.Marcos agora consciente da situação de sua Gremy,quebrou o gelo de seu conjunto caminhão e deu a volta querendo voltar.Como em um golpe de ciúmes,o veículo parou.Era o fim de sua vida ao lado de sua Gremy.
.Danou-se Otálio a procurar medicamentos em sua casa.Gremy ainda sangrava pelo lado esquerdo.Seu sadismo visto em seu próprio corpo em nada espantava aquele homem frio,visto que sua arte era vista como uma doença mental.
.Estava decidida.Haveria de por um basta em seu casamento frustrada.Era sol,mar e nuvens no céu.Gremy saiu de casa e observou o caminhão parado.Era Marcos.Saiu do caminhão e deu-lhe um beijo.Tudo voltara ao normal,tudo seria como antes.As noitadas com Otálio não cessariam.Sua doença fora reanimada com a chegada de Marcos.Mais uma vez vreiu-se um sorriso no rosto de Gremy,que tinha prazer em o trair.
.Teria coragem Marcos,teria a coragem de salvar Gremy de seu mais terrível pesadelo:Aquele mosteiro em sua mente.Gremy se perdera em sua própria cabeça e pedira uma ajuda a quem pudesse ouvir.Marcos preferiria o caminhão,o caminhão preferiria a estrada,a estrada preferiria seus pneumáticos.E nada que preferisse resgatar Gremy de sua selva mental.
.Passam-se os dias e a dor que habitava Gremy agora se torna ódio das escolhas de Marcos.Cambaleia um pouco para direita a fim de achar uma faca que pudesse fazer um ferimento grave em seu pulso.Gremy hesita,depois aceita a decisão de temer o medo mas corromper a vida.Querendo apenas viver,corta os pulsos sendo observada por Otálio.
.Marcos nada soubera enquanto viajava ao seu amado rio.Gremy sangrava muito e olhava Otálio a lamentar sua morte tão precoce:
-E tudo isto por causa de um ideal!
-Confiava que pudesse me ver ao menos na morte,mas me enganei.
-Podia fechar os olhos para esta grande palhaçada.
-Palhaçada que custa minha vida.
-Grande idéia a sua.
-Agora vá e deixe-me definhar em paz
.Nunca atendeu este pedido.Aliás,até que ajudou a sarar o ferimento no pulso.Marcos agora consciente da situação de sua Gremy,quebrou o gelo de seu conjunto caminhão e deu a volta querendo voltar.Como em um golpe de ciúmes,o veículo parou.Era o fim de sua vida ao lado de sua Gremy.
.Danou-se Otálio a procurar medicamentos em sua casa.Gremy ainda sangrava pelo lado esquerdo.Seu sadismo visto em seu próprio corpo em nada espantava aquele homem frio,visto que sua arte era vista como uma doença mental.
.Estava decidida.Haveria de por um basta em seu casamento frustrada.Era sol,mar e nuvens no céu.Gremy saiu de casa e observou o caminhão parado.Era Marcos.Saiu do caminhão e deu-lhe um beijo.Tudo voltara ao normal,tudo seria como antes.As noitadas com Otálio não cessariam.Sua doença fora reanimada com a chegada de Marcos.Mais uma vez vreiu-se um sorriso no rosto de Gremy,que tinha prazer em o trair.
FORCAS DOS INVERNOS
Olho a janela e vejo
Ao tomar parte de um anjo
Coberto de neve meu banjo
E mais uma música desejo
Que saudade dos dias
Dos verões com Milena
E aquela corda pequena
Que separava sonhos realizáveis de fantasias
E a latir meu nobre cão dispunha
Sem sentir o frio daquela névoa chamuscada
O anjo agora trazia a proclamada
Milena a tudo aquilo se propunha
Sentava naquela cadeira
E esfriava os pés na porta do quintal
Viola em mão imitando um festival
Cabeça quente aos pés de uma lareira
E o cão já não ladrava como o dono
Dentre o silêncio ao sonho ele latia
Devagar o seu uivo tremia
Temendo o crime daquele abandono
Sabia ao certo que tristeza era
O cão deitado beirando a cadeira
E o fogo gritando dentro da lareira
Diria “Pedro,esta é tua pantera!”
E obedecia
Queria um banco para queimar naquele inferno
Talvez de trapos fosse aquele terno
Idiota era aquele que o merecia
Era o amor de Milena que estava em jogo
E o sufoco me mantinha calado
O fogo quente ,mormaço e abafado
Foi da pantera que saiu o corvo
E ainda se via aquele anjo
Chorava rosas em meio ao inverno
Vestia do idiota aquele terno
Esquentara no inverno,as cordas de meu banjo.
Ao tomar parte de um anjo
Coberto de neve meu banjo
E mais uma música desejo
Que saudade dos dias
Dos verões com Milena
E aquela corda pequena
Que separava sonhos realizáveis de fantasias
E a latir meu nobre cão dispunha
Sem sentir o frio daquela névoa chamuscada
O anjo agora trazia a proclamada
Milena a tudo aquilo se propunha
Sentava naquela cadeira
E esfriava os pés na porta do quintal
Viola em mão imitando um festival
Cabeça quente aos pés de uma lareira
E o cão já não ladrava como o dono
Dentre o silêncio ao sonho ele latia
Devagar o seu uivo tremia
Temendo o crime daquele abandono
Sabia ao certo que tristeza era
O cão deitado beirando a cadeira
E o fogo gritando dentro da lareira
Diria “Pedro,esta é tua pantera!”
E obedecia
Queria um banco para queimar naquele inferno
Talvez de trapos fosse aquele terno
Idiota era aquele que o merecia
Era o amor de Milena que estava em jogo
E o sufoco me mantinha calado
O fogo quente ,mormaço e abafado
Foi da pantera que saiu o corvo
E ainda se via aquele anjo
Chorava rosas em meio ao inverno
Vestia do idiota aquele terno
Esquentara no inverno,as cordas de meu banjo.
Exposição da carne segundo o mundo
.Pois nunca entendi esse jeito de viver.Passar noites varadas em frente ao bar,esconder-se de dia.Vampiros loucos por um pouco de dignidade.Não me entendam mal,mas creio que há métodos tão mais propícios.Sempre escolhem o mais fácil,e selam isso com uma noite em frente ao bar...
.Voltam para casa com os bolsos estufados de dinheiro;Sem sorte,outros voltam apenas com a roupa do corpo para casa.Quando tem casa!
.Vão a rua,mesclam-se com as pessoas.São apenas alguns seres que não fazem diferença alguma em viver ou morrer neste mundo de vampiros.Sanguessugas o tratam como um mundo perfeito.Já esses seres,impotência governamental!
.Isto é uma calúnia!
.Na verdade,pode-se ter a calúnia verdadeira.Uma mentira que de tanto falado pelo povo,tornar-se-á verdade.São os vampiros que impedem o sucesso desses monstros sanguessugas.Talvez pudessem migrar para uma terra só deles.
.Se eu não fosse tão conservador,diria ao autor para mudá-los a um termo melhor.Não pecarei ao dizer que são pessoas como nós.Se ao menos tivessem uma chance.Outros,são por escolha.
.Voltam para casa com os bolsos estufados de dinheiro;Sem sorte,outros voltam apenas com a roupa do corpo para casa.Quando tem casa!
.Vão a rua,mesclam-se com as pessoas.São apenas alguns seres que não fazem diferença alguma em viver ou morrer neste mundo de vampiros.Sanguessugas o tratam como um mundo perfeito.Já esses seres,impotência governamental!
.Isto é uma calúnia!
.Na verdade,pode-se ter a calúnia verdadeira.Uma mentira que de tanto falado pelo povo,tornar-se-á verdade.São os vampiros que impedem o sucesso desses monstros sanguessugas.Talvez pudessem migrar para uma terra só deles.
.Se eu não fosse tão conservador,diria ao autor para mudá-los a um termo melhor.Não pecarei ao dizer que são pessoas como nós.Se ao menos tivessem uma chance.Outros,são por escolha.
Barracas de ébano
Onde estiver
Onde deve de estar
Leves tu as ondas do mar
E a esperança de um vier
Não acredito que um dia
Seremos mais que os demais
Entendo no mais
Que com um sorriso,um dia,eu sorria
E de tudo podemos ter
Assim que se divida
Pois aquele que as convida
Seu mistério não pode ver
As barracas de ébano
São como diamantes em rocha
Na corrente de fogo,a tocha
Que as queima sem qualquer critério
O futuro das barracas
É como a lava em mar
Quebra a se petrificar
E se transforma em ilhas opacas
Coser bem a vida
Para que não caia a vontade
De ébano,a felicidade
A alma está mais querida
Em toda tua existência
Não crer que não podes vencer
Pois com este verso ter
O primórdio da experiência
Apenas encarnar as bolhas
Que nunca voaram depois do céu
Apenas estouram no papel
Mas nunca chacinar as escolhas
Onde deve de estar
Leves tu as ondas do mar
E a esperança de um vier
Não acredito que um dia
Seremos mais que os demais
Entendo no mais
Que com um sorriso,um dia,eu sorria
E de tudo podemos ter
Assim que se divida
Pois aquele que as convida
Seu mistério não pode ver
As barracas de ébano
São como diamantes em rocha
Na corrente de fogo,a tocha
Que as queima sem qualquer critério
O futuro das barracas
É como a lava em mar
Quebra a se petrificar
E se transforma em ilhas opacas
Coser bem a vida
Para que não caia a vontade
De ébano,a felicidade
A alma está mais querida
Em toda tua existência
Não crer que não podes vencer
Pois com este verso ter
O primórdio da experiência
Apenas encarnar as bolhas
Que nunca voaram depois do céu
Apenas estouram no papel
Mas nunca chacinar as escolhas
sábado, 12 de dezembro de 2009
NOSSOS NOVOS PARCEIROS
DÁ UMA CONFERIDA NOS NOVOS PARCEIROS DO SENHOR DAS CRÔNICAS....
http://sapotiforall.blogspot.com
http://dominiodoscontos.blogspot.com
Lá vocÊ encontra várias coisas interessantes!!!
Agradecimentos,Lobo e Ray
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Agradecimentos,Lobo e Ray
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A SAUDADE QUE EU SINTO
A saudade é um abismo
Longe de todo o amor
Caem pessoas,o otimismo
Traz angustia,medo e dor
É o medo que sentimos
Quando há muito tempo longe
E não perdoa a saudade
A qual todo coração invade
Não adianta dizer que não
Pois cada um de nós sente
Saudades de quem se foi
Saudades de muita gente
E quando a saudade estiver por perto
E eu não estiver com você
Não fique neste deserto
Que eu vou te socorrer
Saudade de quem amamos
Saudade de quem queremos
A saudade é o que difere
O ficar do ficamos
E saudade é tudo isso
É o sofrimento posto em pauta
Quando a saudade voltar
Sentirei a tua falta
Longe de todo o amor
Caem pessoas,o otimismo
Traz angustia,medo e dor
É o medo que sentimos
Quando há muito tempo longe
E não perdoa a saudade
A qual todo coração invade
Não adianta dizer que não
Pois cada um de nós sente
Saudades de quem se foi
Saudades de muita gente
E quando a saudade estiver por perto
E eu não estiver com você
Não fique neste deserto
Que eu vou te socorrer
Saudade de quem amamos
Saudade de quem queremos
A saudade é o que difere
O ficar do ficamos
E saudade é tudo isso
É o sofrimento posto em pauta
Quando a saudade voltar
Sentirei a tua falta
sábado, 28 de novembro de 2009
O FRIO DA NOITE
Em minha terra
Claro,o escuro gela a mente
Fazes de tudo uma guerra
Fazes o meu poente
No frio da noite
Sinto que seu espírito não habita o meu sofá
Daiana,não temas a noite
Serás inércia mesmo sem poder chegar
E o poder que a ti ofereci
De ir e vir e o hábito arrastar
Não te esqueças o que prometi
Tirar-te-ei de sua abstinência,e a levarei ao altar
Dos Deuses
Dos Deuses herdei este costume
Que voltes aos Deuses
Ou jamais me toques com o teu perfume
Pensas que não sinto?
Sinto em dobro a tua falta
Se não me falha a memória,minto
Não sinto o toque de tu mão,à cruz alta.
Claro,o escuro gela a mente
Fazes de tudo uma guerra
Fazes o meu poente
No frio da noite
Sinto que seu espírito não habita o meu sofá
Daiana,não temas a noite
Serás inércia mesmo sem poder chegar
E o poder que a ti ofereci
De ir e vir e o hábito arrastar
Não te esqueças o que prometi
Tirar-te-ei de sua abstinência,e a levarei ao altar
Dos Deuses
Dos Deuses herdei este costume
Que voltes aos Deuses
Ou jamais me toques com o teu perfume
Pensas que não sinto?
Sinto em dobro a tua falta
Se não me falha a memória,minto
Não sinto o toque de tu mão,à cruz alta.
NADA MAIS FAZ SENTIDO
Nada mais faz sentido
Nada mais interessa
Nunca fui incumbido
De fazer sala à pressa
Nem a perfeição poliu
O que de mais forte vejo
Que com a pressa esvaiu
E cumpriu seu último desejo
Como uma haste de ferro
Nenhum sentido faz a vida
O dinheiro,caro,berro
Ao sentido que não faz a velha esquecida
Esqueço até a cerimônia
Quando cai em minha alma a reza
Consumir com parcimônia
É tudo que a vida preza
Sem vergonha
Sem sentido
A morte morre medonho
E o silêncio é esquecido
Nada mais voa tão longe
Como em minha infância
Tudo agora é uma falange
De toda a ganância
Não penso como pensava
Não creio que viva muito
Mas o segundo em que atirava
Não errara a flecha,sem nenhum intuito
Ages enquanto podes
Um dia irás saber do que falo
Abrace teu filho e seus anjos pobres
Para que depois não desça no ralo
Tua esperança!
Nada mais interessa
Nunca fui incumbido
De fazer sala à pressa
Nem a perfeição poliu
O que de mais forte vejo
Que com a pressa esvaiu
E cumpriu seu último desejo
Como uma haste de ferro
Nenhum sentido faz a vida
O dinheiro,caro,berro
Ao sentido que não faz a velha esquecida
Esqueço até a cerimônia
Quando cai em minha alma a reza
Consumir com parcimônia
É tudo que a vida preza
Sem vergonha
Sem sentido
A morte morre medonho
E o silêncio é esquecido
Nada mais voa tão longe
Como em minha infância
Tudo agora é uma falange
De toda a ganância
Não penso como pensava
Não creio que viva muito
Mas o segundo em que atirava
Não errara a flecha,sem nenhum intuito
Ages enquanto podes
Um dia irás saber do que falo
Abrace teu filho e seus anjos pobres
Para que depois não desça no ralo
Tua esperança!
LUA
Lua como posso ser sucinto
Se quando eu vou falar
E até mesmo a caminhar
Tua presença eu sinto?
Como me ver livre deste caso?
Se o que eu quero,em verdade
É mascarar a saudade
A qual faço descaso
Pense e não peça como amigo
Se as noites sem você são feias
Abraço meus sangue com as veias
E não te ter é o meu maior castigo
Não entendo o que fiz
Se meu erro é você
Eu prefiro te querer
E errar sendo feliz
Sei que isto é improviso
Pois não vejo por onde começar
Se Deus queria nos juntar
Por que desfez o paraíso?
São essas idéias que discuto
Não desistirei jamais
E mesmo que não me queira mais
Por você ainda luto
Meu ideal é o mais seguro
E tu me deste a felicidade
Da Lua tenho saudade
Que ilumina meu escuro!
Se quando eu vou falar
E até mesmo a caminhar
Tua presença eu sinto?
Como me ver livre deste caso?
Se o que eu quero,em verdade
É mascarar a saudade
A qual faço descaso
Pense e não peça como amigo
Se as noites sem você são feias
Abraço meus sangue com as veias
E não te ter é o meu maior castigo
Não entendo o que fiz
Se meu erro é você
Eu prefiro te querer
E errar sendo feliz
Sei que isto é improviso
Pois não vejo por onde começar
Se Deus queria nos juntar
Por que desfez o paraíso?
São essas idéias que discuto
Não desistirei jamais
E mesmo que não me queira mais
Por você ainda luto
Meu ideal é o mais seguro
E tu me deste a felicidade
Da Lua tenho saudade
Que ilumina meu escuro!
CLARA
Onde escondeste a receita de tal forma?
Na aurora boreal está impressa suas cores
Clara,seu segredo é secreto como as flores
E ao seu redor em gelo o mar não se transforma
Creio que a vida seja mais do que olhar
E de amar,e de sofrer,e de sorrir
E,neste caso,a devo argüir
Com quantas rosas posso conquistar?
E dentre as rosas era a mais cotada
E dentre as flores sempre era a mais bela
O mato verde e de cor amarela
O caminhar de uma breve enxurrada
[Em minha janela...]
O mato jamais perdoa o que faz com seu manto
E um lírio expresso em seus lábios
No entanto,imóvel,chora rodeado
De males plantas seus olhos de canto
[Em eterno pranto e agoniados...]
Na aurora boreal está impressa suas cores
Clara,seu segredo é secreto como as flores
E ao seu redor em gelo o mar não se transforma
Creio que a vida seja mais do que olhar
E de amar,e de sofrer,e de sorrir
E,neste caso,a devo argüir
Com quantas rosas posso conquistar?
E dentre as rosas era a mais cotada
E dentre as flores sempre era a mais bela
O mato verde e de cor amarela
O caminhar de uma breve enxurrada
[Em minha janela...]
O mato jamais perdoa o que faz com seu manto
E um lírio expresso em seus lábios
No entanto,imóvel,chora rodeado
De males plantas seus olhos de canto
[Em eterno pranto e agoniados...]
DE ONDE COMEÇAR?
De onde começar?
Se seus olhos já posso ver
Como não te falar
Que o meu querer não é poder?
Receptar as glórias?
Derramar fora as tristezas?
Vou separar as histórias
E ficar com as incertezas
De onde começar?
Devagar ou mesmo vacilante?
Pára onde vou parar
Ou melhor,pare adiante.
Que eu posso Entrelaçar?
Os laços ou as fivelas?
Ou mesmo farei passar
Teu dedo por uma vela
Por onde a vela passar?
Se de cera é feita a dita
Será que vou poder criar
Uma bendita e maldita?
Que eu devo renegar?
Um amigo ou um passarinho?
Ou ver-te aconchegar
Meu amor em teu espinho
Por onde devo passar?
Pelas trevas ou pela luz?
Se por linhas tortas chegar
Qual caminho é o da cruz?
Devo ou não devo passar?
Devo ou não devo cair?
Se fácil farei voar
E fácil, irei partir?
Quão verdade é o mar?
Quão veemente é a cor?
Dentre as rosas escalpelar
Com as mãos sujas de dor
De onde começar?
De onde tudo acabou?
De onde irá terminar?
Da ira ou do amor?
Se seus olhos já posso ver
Como não te falar
Que o meu querer não é poder?
Receptar as glórias?
Derramar fora as tristezas?
Vou separar as histórias
E ficar com as incertezas
De onde começar?
Devagar ou mesmo vacilante?
Pára onde vou parar
Ou melhor,pare adiante.
Que eu posso Entrelaçar?
Os laços ou as fivelas?
Ou mesmo farei passar
Teu dedo por uma vela
Por onde a vela passar?
Se de cera é feita a dita
Será que vou poder criar
Uma bendita e maldita?
Que eu devo renegar?
Um amigo ou um passarinho?
Ou ver-te aconchegar
Meu amor em teu espinho
Por onde devo passar?
Pelas trevas ou pela luz?
Se por linhas tortas chegar
Qual caminho é o da cruz?
Devo ou não devo passar?
Devo ou não devo cair?
Se fácil farei voar
E fácil, irei partir?
Quão verdade é o mar?
Quão veemente é a cor?
Dentre as rosas escalpelar
Com as mãos sujas de dor
De onde começar?
De onde tudo acabou?
De onde irá terminar?
Da ira ou do amor?
A VIDA EM UM BEIJO
Da-me um beijo
Que minha vida já o pertence
E sem o desejo
Era o que eu adorava,juro,que pense
Só um beijo
E nem mais uma palavra
Mesmo que precise calar-te,eu vejo
Que com tua boca sonhava
Um beijo
Além de mudar o tempo,modificar emoções
Um beijo de azulejo
Frio e sem quaisquer emoções
Exatamente um beijo
Nada mais que isso
Um beijo e eu a beijo
Para não ficar omisso
[ao desejo!]
Que minha vida já o pertence
E sem o desejo
Era o que eu adorava,juro,que pense
Só um beijo
E nem mais uma palavra
Mesmo que precise calar-te,eu vejo
Que com tua boca sonhava
Um beijo
Além de mudar o tempo,modificar emoções
Um beijo de azulejo
Frio e sem quaisquer emoções
Exatamente um beijo
Nada mais que isso
Um beijo e eu a beijo
Para não ficar omisso
[ao desejo!]
A LUA DO ECLIPSE
A lua de quatro fases
É a lua de eclipse
Que contra suas vontades
Tem a forma de elipse
E quando a noite chega
Com ela traz a essência
E traceja
Uma luz que dispara à inocência
Lua...
O eclipse torna-se tão obscuro
Quando o olho da rua
Sinto como se separado por um muro
Lua...
Em meu peito o coração rebate
E a cada eclipse que passa na rua
Cada minuto é um imenso debate
Sobre as fases da lua
Se ela mantém-se por inteira
Qual das fases tua
Seria a fase verdadeira?
É a lua de eclipse
Que contra suas vontades
Tem a forma de elipse
E quando a noite chega
Com ela traz a essência
E traceja
Uma luz que dispara à inocência
Lua...
O eclipse torna-se tão obscuro
Quando o olho da rua
Sinto como se separado por um muro
Lua...
Em meu peito o coração rebate
E a cada eclipse que passa na rua
Cada minuto é um imenso debate
Sobre as fases da lua
Se ela mantém-se por inteira
Qual das fases tua
Seria a fase verdadeira?
A FÚRIA DA LUA
Quando tudo acabar
E olhar para o céu
Lembrarei de como o mar
Foi seu castigo cruel
A lua que seduziu
A lua não foi sincera
E mostra o que conseguiu
Ao lançar o mar à fera
Seu castigo será Fútil
Será um imenso escarmento
Derramará sangue inútil
Sem expelir qualquer lamento
Foi-se embora sua luz
E suas trevas a habitaram
E sobre a lua,o sol eu pus
E os crentes a esqueceram
Enfim,levantou-se
Em um mar de eterno brilho
O fogo a vida lhe trouxe
E a ele causou empecilho
Lua,quando de novo dormir
Sonhará com seu castigo
E lembrará de um amigo
Que todas as noites sonha contigo
Sonha em como a lua é perfeita
E que um castigo não é capaz de enfrentar
Sua fúria de deusa imperfeita
Capaz de acertar e errar
Sei que nada serviu
Para essa lição aprender
A lua de novo saiu
E por motivo nenhum voltou a esquecer
O quanto carreguei-a nos braços
E o peso da lua eu vi
Enquanto estava em pedaços
Em seus olhos,as lágrimas,li
Eu a amei como mais ninguém
E por isso ela brilha na rima
E por ela continuarei sonhando ao além
Enquanto me olha lá de cima...
E olhar para o céu
Lembrarei de como o mar
Foi seu castigo cruel
A lua que seduziu
A lua não foi sincera
E mostra o que conseguiu
Ao lançar o mar à fera
Seu castigo será Fútil
Será um imenso escarmento
Derramará sangue inútil
Sem expelir qualquer lamento
Foi-se embora sua luz
E suas trevas a habitaram
E sobre a lua,o sol eu pus
E os crentes a esqueceram
Enfim,levantou-se
Em um mar de eterno brilho
O fogo a vida lhe trouxe
E a ele causou empecilho
Lua,quando de novo dormir
Sonhará com seu castigo
E lembrará de um amigo
Que todas as noites sonha contigo
Sonha em como a lua é perfeita
E que um castigo não é capaz de enfrentar
Sua fúria de deusa imperfeita
Capaz de acertar e errar
Sei que nada serviu
Para essa lição aprender
A lua de novo saiu
E por motivo nenhum voltou a esquecer
O quanto carreguei-a nos braços
E o peso da lua eu vi
Enquanto estava em pedaços
Em seus olhos,as lágrimas,li
Eu a amei como mais ninguém
E por isso ela brilha na rima
E por ela continuarei sonhando ao além
Enquanto me olha lá de cima...
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