O SENHOR DAS CRÔNICAS (ATUALIZADO)

O SENHOR DAS CRÔNICAS (ATUALIZADO)
"Seu conceito sobre literatura"

sábado, 20 de junho de 2009

Sem amor meu ilegal respeito amou

Menina de doce olhar
Cativante fala
Um tom de veneno a lhe tornear
Um corpo moreno,sentado à sala

Não se entrega e não se integra
É alheia aos demais
Menina,você me intriga
De pele morena ao choque de paz

E o teu jeito meigo
E os teus afagos
O meu olhar leigo
Te encontra em lagos

Só tu me fascinas
E pede um abraço
Mesmo mulher és menina
De rosa e de laço

Sem título(por enquanto)

Nossas ondas giram ao redor da radondilha
Nossas pedras quebram o muro de nossas desinênincias
A besta atira ao covil da incompetência
E a ciência é a comida da matilha

Nossos passos passam passeando pelo mar
E de ganância pura reza o meu e o teu
Nossas veias bombeiam partículas de ar
Nossa ave perde-se no breu

Pano e rosa se entrelaçam
E o pano a sufoca,com seu fino tecido
Nossas cartas e e-mails se abraçam
Nossa pele,entretanto,bela e suave havia sido

Possivelmente nunca ouviu falar de mim
Nunca ouviu quaisquer informção
Mesmo sem olhar estamos ligados pelo mesmo "sim"
E nossas almas regem um só coração

A boa bibliografia

Vou criar um esquema de meu nome
E colocá-lo em um mural para ser visto
As pessoas falavam que o meu nome
Significa algo superior a Cristo

Não consigo lembra minha antiga pessoa
Nem negar meus versos como fiz anteriormente
Prefiro soar como uma alegre pessoa
E suar como um lago em uma enchente

Se me perguntarem de onde vim
Direi que não sei exatamente
Da cidade me lembro e não do capim
Sou amigo do amor e seu parente

Mas não só a isso se resume minha história
Quando nasci foi um sorriso em minha casa
Foi uma chegada notável e notória
Ver um canto debaixo de sua asa

Aos quatro veio o primeiro golpe do tempo
Foi uma viagem sombria e ardida
Dde sua face e seu olhar eu não me lembro
Foi-se embora a mulher da minha vida

Mas quis o destino assim
Que história acaba depressa?
Sempre deram-me água,carinho e jardim
Não me esqueço,eu mereço,não interessa

Quatro anos passaram-se desde os quatro
E de tanto alvejar o tecido do medo
Fui para cas dos quatro quartos
Fui-me embora escondendo um segredo

E de tanto viver em pé todo o dia
Fui matricular-me na "escolinha" do bairro
Banho quente e de noite,água fria
Água,aqui,só em filtro de barro

Se for falar de toda minha caminhada
Não caberá em míseras folhas de papel
Hora alegre,hora desalmada
Depois no lápis,antes no pincel

E a história não termina por aqui
Pois o tempo parou
Já não temos caminhos para sair
Só me resta sorrir de tudo que passou

O culto

Um corpo está estendido em cima da pia
E um homem ameaça olhar,com calmo olha de pena
O corpo,em parte,faz parte de tal rebeldia
Envolvida por doce ternura de Helena

Junto,o pastor,estufa seu peito para dizer
Que,mesmo vivo e cheio de graça,abria-se o leque da morte
Em que abanou-se o jagunço ao alvorecer
E em carne e espírito,foi invadido por um corte

A moeda,de prata,ficou vermelha
E se fez verdade a profecia,o culto
Não salvaria,nem sequer uma ovelha
Da mãe de terra não se rouba um vulto

E de nada valeu o seu projeto
O seu corpo,apodrecia entre as árvores
O pastor já não mais o fizera certo
Em meio a milhares de hectares

Eu já não penso em seguir a seita
Eu já rasguei aquele velho encarte
E,procurando,a minha mente aceita
Esse tipo de seita,que imita a arte

sábado, 13 de junho de 2009

Deyse

Face ao destino que me é imposto
E também ao imposto que me é cobrado
Ando sonhando às vezes acordado
Ando acordado e às vezes bem exposto

E teus cabelos brilham em brilhantes
E teu olhar para mim é um desafio
Em tua face,minha graça crio
Em teu sorriso vejo meu semblante

Minhas garras já não ferem
Mas sou ferido por meu próprio ego
Menina te quero,não nego
Mas só enxergo o que os meus olhos vêem

Tirana a tirania que me isso me fez
Que me tirou as trevas do pensamento
E viver sem ti é escarmento
Vivo ao vento,esperando a minha vez

quinta-feira, 28 de maio de 2009

???????

A partir de hoje a dor se transformou
Em um castelo,em um jardim
Oh estrela de brincos brilhantes
Oh estrela de olhar cintilante


Em verdade,teu nome eu grito
E em meus sonhos eu vejo-a por inteiro
Em sonho ruim,em seu olhar belo
Em seus lábios,como um caramelo


Teu sorriso preenche minha cabeça
E sua ausência parece um castigo
Mas se lea chega,o mundo inteiro canta
E minha saliva desce em sua garganta


E o seu cheiro invade minhas narinas
Que outrora tapadas,se abrem para o amor
E vendo tua pele banhada pelo rio
O meu suor lhe provoca arrepio


Ela é doce como o mel
Ela é azeda como o limão
Ela é lenta como o passar de uma hora
Daria tudo para tê-la agora

sábado, 16 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A.G.E.E

Salve as árvores e os animais
Cante as músicas e leia jornais
De antemão te aviso irmão
Deixe as flores,o pássaro,a nação


Repeito grita à paz
E os bons não dormem mais
Preocupados com o mal
Caudsado pelo aquecimento global


E juntando as peças do mundo
Salvaremos o rio profundo
A natureza agradece o tributo
E retribui com o caule e o fruto


Respeito grita à paz
E os bons não dormem mais
O surfista,amedrontado,não surfa
Preocupado com o aumento do efeito estufa

Branca de neve

Perante os montes juro que faço
Sem preocupar-me com as lhamas
Seja de pé,seja sentado
Perante os montes por cima da lama


Sentindo frio
Fala breve
Em cima de um rio
Espreitando a neve


Macia e branca
Linda e branda
Que desce com o vento
Que com o gelo anda


E cresce na mata
E morre no mar
Voa pelos pinheiros
Cai sobre os coqueiros
[em forma de água...]

Nós

Um dia qualquer nós podemos perder nossas idéias
Escolher uma história e folhear algum jornal
Perder a ciência e morar no Nepal
Matar nossos desejos e trançar algumas epopéias


Poderíamos ter sido mais amantes
Ter vivido nossa vida como vive um diamante
E inteiro o crânio gira através de minhas córneas
Eu fico só olhando o que perdemos,causa da discórdia

Poderíamos construir uma prole
Mas perdi meu emprego como bebia do suco um gole
E perdido fiquei
Apesar de um dia lembrar que te amarei


Como o tempo passa e as crianças crescem
As flores que murcharam,novamente florescem
E a falta que sentia de ti sumiu
Estou com uma nova vida e ela a falta supriu


Hoje tu chegastes com uma "conversa esperta"
Face ao destino está sua face perversa
Mas não curas,jamais,minha dor
A vida em preto e branco agora ganhou cor