A saudade é um abismo
Longe de todo o amor
Caem pessoas,o otimismo
Traz angustia,medo e dor
É o medo que sentimos
Quando há muito tempo longe
E não perdoa a saudade
A qual todo coração invade
Não adianta dizer que não
Pois cada um de nós sente
Saudades de quem se foi
Saudades de muita gente
E quando a saudade estiver por perto
E eu não estiver com você
Não fique neste deserto
Que eu vou te socorrer
Saudade de quem amamos
Saudade de quem queremos
A saudade é o que difere
O ficar do ficamos
E saudade é tudo isso
É o sofrimento posto em pauta
Quando a saudade voltar
Sentirei a tua falta
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
O FRIO DA NOITE
Em minha terra
Claro,o escuro gela a mente
Fazes de tudo uma guerra
Fazes o meu poente
No frio da noite
Sinto que seu espírito não habita o meu sofá
Daiana,não temas a noite
Serás inércia mesmo sem poder chegar
E o poder que a ti ofereci
De ir e vir e o hábito arrastar
Não te esqueças o que prometi
Tirar-te-ei de sua abstinência,e a levarei ao altar
Dos Deuses
Dos Deuses herdei este costume
Que voltes aos Deuses
Ou jamais me toques com o teu perfume
Pensas que não sinto?
Sinto em dobro a tua falta
Se não me falha a memória,minto
Não sinto o toque de tu mão,à cruz alta.
Claro,o escuro gela a mente
Fazes de tudo uma guerra
Fazes o meu poente
No frio da noite
Sinto que seu espírito não habita o meu sofá
Daiana,não temas a noite
Serás inércia mesmo sem poder chegar
E o poder que a ti ofereci
De ir e vir e o hábito arrastar
Não te esqueças o que prometi
Tirar-te-ei de sua abstinência,e a levarei ao altar
Dos Deuses
Dos Deuses herdei este costume
Que voltes aos Deuses
Ou jamais me toques com o teu perfume
Pensas que não sinto?
Sinto em dobro a tua falta
Se não me falha a memória,minto
Não sinto o toque de tu mão,à cruz alta.
NADA MAIS FAZ SENTIDO
Nada mais faz sentido
Nada mais interessa
Nunca fui incumbido
De fazer sala à pressa
Nem a perfeição poliu
O que de mais forte vejo
Que com a pressa esvaiu
E cumpriu seu último desejo
Como uma haste de ferro
Nenhum sentido faz a vida
O dinheiro,caro,berro
Ao sentido que não faz a velha esquecida
Esqueço até a cerimônia
Quando cai em minha alma a reza
Consumir com parcimônia
É tudo que a vida preza
Sem vergonha
Sem sentido
A morte morre medonho
E o silêncio é esquecido
Nada mais voa tão longe
Como em minha infância
Tudo agora é uma falange
De toda a ganância
Não penso como pensava
Não creio que viva muito
Mas o segundo em que atirava
Não errara a flecha,sem nenhum intuito
Ages enquanto podes
Um dia irás saber do que falo
Abrace teu filho e seus anjos pobres
Para que depois não desça no ralo
Tua esperança!
Nada mais interessa
Nunca fui incumbido
De fazer sala à pressa
Nem a perfeição poliu
O que de mais forte vejo
Que com a pressa esvaiu
E cumpriu seu último desejo
Como uma haste de ferro
Nenhum sentido faz a vida
O dinheiro,caro,berro
Ao sentido que não faz a velha esquecida
Esqueço até a cerimônia
Quando cai em minha alma a reza
Consumir com parcimônia
É tudo que a vida preza
Sem vergonha
Sem sentido
A morte morre medonho
E o silêncio é esquecido
Nada mais voa tão longe
Como em minha infância
Tudo agora é uma falange
De toda a ganância
Não penso como pensava
Não creio que viva muito
Mas o segundo em que atirava
Não errara a flecha,sem nenhum intuito
Ages enquanto podes
Um dia irás saber do que falo
Abrace teu filho e seus anjos pobres
Para que depois não desça no ralo
Tua esperança!
LUA
Lua como posso ser sucinto
Se quando eu vou falar
E até mesmo a caminhar
Tua presença eu sinto?
Como me ver livre deste caso?
Se o que eu quero,em verdade
É mascarar a saudade
A qual faço descaso
Pense e não peça como amigo
Se as noites sem você são feias
Abraço meus sangue com as veias
E não te ter é o meu maior castigo
Não entendo o que fiz
Se meu erro é você
Eu prefiro te querer
E errar sendo feliz
Sei que isto é improviso
Pois não vejo por onde começar
Se Deus queria nos juntar
Por que desfez o paraíso?
São essas idéias que discuto
Não desistirei jamais
E mesmo que não me queira mais
Por você ainda luto
Meu ideal é o mais seguro
E tu me deste a felicidade
Da Lua tenho saudade
Que ilumina meu escuro!
Se quando eu vou falar
E até mesmo a caminhar
Tua presença eu sinto?
Como me ver livre deste caso?
Se o que eu quero,em verdade
É mascarar a saudade
A qual faço descaso
Pense e não peça como amigo
Se as noites sem você são feias
Abraço meus sangue com as veias
E não te ter é o meu maior castigo
Não entendo o que fiz
Se meu erro é você
Eu prefiro te querer
E errar sendo feliz
Sei que isto é improviso
Pois não vejo por onde começar
Se Deus queria nos juntar
Por que desfez o paraíso?
São essas idéias que discuto
Não desistirei jamais
E mesmo que não me queira mais
Por você ainda luto
Meu ideal é o mais seguro
E tu me deste a felicidade
Da Lua tenho saudade
Que ilumina meu escuro!
CLARA
Onde escondeste a receita de tal forma?
Na aurora boreal está impressa suas cores
Clara,seu segredo é secreto como as flores
E ao seu redor em gelo o mar não se transforma
Creio que a vida seja mais do que olhar
E de amar,e de sofrer,e de sorrir
E,neste caso,a devo argüir
Com quantas rosas posso conquistar?
E dentre as rosas era a mais cotada
E dentre as flores sempre era a mais bela
O mato verde e de cor amarela
O caminhar de uma breve enxurrada
[Em minha janela...]
O mato jamais perdoa o que faz com seu manto
E um lírio expresso em seus lábios
No entanto,imóvel,chora rodeado
De males plantas seus olhos de canto
[Em eterno pranto e agoniados...]
Na aurora boreal está impressa suas cores
Clara,seu segredo é secreto como as flores
E ao seu redor em gelo o mar não se transforma
Creio que a vida seja mais do que olhar
E de amar,e de sofrer,e de sorrir
E,neste caso,a devo argüir
Com quantas rosas posso conquistar?
E dentre as rosas era a mais cotada
E dentre as flores sempre era a mais bela
O mato verde e de cor amarela
O caminhar de uma breve enxurrada
[Em minha janela...]
O mato jamais perdoa o que faz com seu manto
E um lírio expresso em seus lábios
No entanto,imóvel,chora rodeado
De males plantas seus olhos de canto
[Em eterno pranto e agoniados...]
DE ONDE COMEÇAR?
De onde começar?
Se seus olhos já posso ver
Como não te falar
Que o meu querer não é poder?
Receptar as glórias?
Derramar fora as tristezas?
Vou separar as histórias
E ficar com as incertezas
De onde começar?
Devagar ou mesmo vacilante?
Pára onde vou parar
Ou melhor,pare adiante.
Que eu posso Entrelaçar?
Os laços ou as fivelas?
Ou mesmo farei passar
Teu dedo por uma vela
Por onde a vela passar?
Se de cera é feita a dita
Será que vou poder criar
Uma bendita e maldita?
Que eu devo renegar?
Um amigo ou um passarinho?
Ou ver-te aconchegar
Meu amor em teu espinho
Por onde devo passar?
Pelas trevas ou pela luz?
Se por linhas tortas chegar
Qual caminho é o da cruz?
Devo ou não devo passar?
Devo ou não devo cair?
Se fácil farei voar
E fácil, irei partir?
Quão verdade é o mar?
Quão veemente é a cor?
Dentre as rosas escalpelar
Com as mãos sujas de dor
De onde começar?
De onde tudo acabou?
De onde irá terminar?
Da ira ou do amor?
Se seus olhos já posso ver
Como não te falar
Que o meu querer não é poder?
Receptar as glórias?
Derramar fora as tristezas?
Vou separar as histórias
E ficar com as incertezas
De onde começar?
Devagar ou mesmo vacilante?
Pára onde vou parar
Ou melhor,pare adiante.
Que eu posso Entrelaçar?
Os laços ou as fivelas?
Ou mesmo farei passar
Teu dedo por uma vela
Por onde a vela passar?
Se de cera é feita a dita
Será que vou poder criar
Uma bendita e maldita?
Que eu devo renegar?
Um amigo ou um passarinho?
Ou ver-te aconchegar
Meu amor em teu espinho
Por onde devo passar?
Pelas trevas ou pela luz?
Se por linhas tortas chegar
Qual caminho é o da cruz?
Devo ou não devo passar?
Devo ou não devo cair?
Se fácil farei voar
E fácil, irei partir?
Quão verdade é o mar?
Quão veemente é a cor?
Dentre as rosas escalpelar
Com as mãos sujas de dor
De onde começar?
De onde tudo acabou?
De onde irá terminar?
Da ira ou do amor?
A VIDA EM UM BEIJO
Da-me um beijo
Que minha vida já o pertence
E sem o desejo
Era o que eu adorava,juro,que pense
Só um beijo
E nem mais uma palavra
Mesmo que precise calar-te,eu vejo
Que com tua boca sonhava
Um beijo
Além de mudar o tempo,modificar emoções
Um beijo de azulejo
Frio e sem quaisquer emoções
Exatamente um beijo
Nada mais que isso
Um beijo e eu a beijo
Para não ficar omisso
[ao desejo!]
Que minha vida já o pertence
E sem o desejo
Era o que eu adorava,juro,que pense
Só um beijo
E nem mais uma palavra
Mesmo que precise calar-te,eu vejo
Que com tua boca sonhava
Um beijo
Além de mudar o tempo,modificar emoções
Um beijo de azulejo
Frio e sem quaisquer emoções
Exatamente um beijo
Nada mais que isso
Um beijo e eu a beijo
Para não ficar omisso
[ao desejo!]
A LUA DO ECLIPSE
A lua de quatro fases
É a lua de eclipse
Que contra suas vontades
Tem a forma de elipse
E quando a noite chega
Com ela traz a essência
E traceja
Uma luz que dispara à inocência
Lua...
O eclipse torna-se tão obscuro
Quando o olho da rua
Sinto como se separado por um muro
Lua...
Em meu peito o coração rebate
E a cada eclipse que passa na rua
Cada minuto é um imenso debate
Sobre as fases da lua
Se ela mantém-se por inteira
Qual das fases tua
Seria a fase verdadeira?
É a lua de eclipse
Que contra suas vontades
Tem a forma de elipse
E quando a noite chega
Com ela traz a essência
E traceja
Uma luz que dispara à inocência
Lua...
O eclipse torna-se tão obscuro
Quando o olho da rua
Sinto como se separado por um muro
Lua...
Em meu peito o coração rebate
E a cada eclipse que passa na rua
Cada minuto é um imenso debate
Sobre as fases da lua
Se ela mantém-se por inteira
Qual das fases tua
Seria a fase verdadeira?
A FÚRIA DA LUA
Quando tudo acabar
E olhar para o céu
Lembrarei de como o mar
Foi seu castigo cruel
A lua que seduziu
A lua não foi sincera
E mostra o que conseguiu
Ao lançar o mar à fera
Seu castigo será Fútil
Será um imenso escarmento
Derramará sangue inútil
Sem expelir qualquer lamento
Foi-se embora sua luz
E suas trevas a habitaram
E sobre a lua,o sol eu pus
E os crentes a esqueceram
Enfim,levantou-se
Em um mar de eterno brilho
O fogo a vida lhe trouxe
E a ele causou empecilho
Lua,quando de novo dormir
Sonhará com seu castigo
E lembrará de um amigo
Que todas as noites sonha contigo
Sonha em como a lua é perfeita
E que um castigo não é capaz de enfrentar
Sua fúria de deusa imperfeita
Capaz de acertar e errar
Sei que nada serviu
Para essa lição aprender
A lua de novo saiu
E por motivo nenhum voltou a esquecer
O quanto carreguei-a nos braços
E o peso da lua eu vi
Enquanto estava em pedaços
Em seus olhos,as lágrimas,li
Eu a amei como mais ninguém
E por isso ela brilha na rima
E por ela continuarei sonhando ao além
Enquanto me olha lá de cima...
E olhar para o céu
Lembrarei de como o mar
Foi seu castigo cruel
A lua que seduziu
A lua não foi sincera
E mostra o que conseguiu
Ao lançar o mar à fera
Seu castigo será Fútil
Será um imenso escarmento
Derramará sangue inútil
Sem expelir qualquer lamento
Foi-se embora sua luz
E suas trevas a habitaram
E sobre a lua,o sol eu pus
E os crentes a esqueceram
Enfim,levantou-se
Em um mar de eterno brilho
O fogo a vida lhe trouxe
E a ele causou empecilho
Lua,quando de novo dormir
Sonhará com seu castigo
E lembrará de um amigo
Que todas as noites sonha contigo
Sonha em como a lua é perfeita
E que um castigo não é capaz de enfrentar
Sua fúria de deusa imperfeita
Capaz de acertar e errar
Sei que nada serviu
Para essa lição aprender
A lua de novo saiu
E por motivo nenhum voltou a esquecer
O quanto carreguei-a nos braços
E o peso da lua eu vi
Enquanto estava em pedaços
Em seus olhos,as lágrimas,li
Eu a amei como mais ninguém
E por isso ela brilha na rima
E por ela continuarei sonhando ao além
Enquanto me olha lá de cima...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
SEGUNDA FEIRA DE DOR
.Hoje eu vi o indescritível mas vou tentar descrever o que vi por meio de palavras curtas.Vi um homem fracassar mais do que vencer;Vi um homem andar mais do que correr;Vi um homem perder mais do que ganhar.
.Trata-se do homem.Não é o pobre homem,mas é um homem.Um homem em busca de carinho e o seu lugar com certeza não é esperando por aquela que lhe faz sofrer.O justo seria abandona-la.Seu pensamento não permite e ele terá de conviver com o espectro de sua amada.
.Ela aceitou a maldita mão do homem de cabelo grande.Aqueles cabelos seriam mais encantadores que palavras?Aquele homem...Quem seria aquele homem?Com certeza não seria o meu inimigo.Seria mesmo o concorrente.
.Não digo meu de meu mesmo não.Digo meu pois o homem é meu amigo e,como seu aconselhador,devo alerta-lo sobre vários recursos usados pelos concorrentes.
.Não importava o concorrente.Ela estava linda e continuaria linda perto de quem fosse.Estava com um vestido estampado e novamente deixou o pobre rapaz na mão.Ela era uma boa menina,independente do amor que sentia por ela(ele).
.Queria morrer.Foi para casa com um sentimento engasgado em sua garganta.Era o amor que sentia por ela(ele).Era um amor incomparável.Um amor supremo ao que sentira por Deborah.
.Ela aceitou a maldita carona e,por fim,os ciúmes vieram à tona.
.Trata-se do homem.Não é o pobre homem,mas é um homem.Um homem em busca de carinho e o seu lugar com certeza não é esperando por aquela que lhe faz sofrer.O justo seria abandona-la.Seu pensamento não permite e ele terá de conviver com o espectro de sua amada.
.Ela aceitou a maldita mão do homem de cabelo grande.Aqueles cabelos seriam mais encantadores que palavras?Aquele homem...Quem seria aquele homem?Com certeza não seria o meu inimigo.Seria mesmo o concorrente.
.Não digo meu de meu mesmo não.Digo meu pois o homem é meu amigo e,como seu aconselhador,devo alerta-lo sobre vários recursos usados pelos concorrentes.
.Não importava o concorrente.Ela estava linda e continuaria linda perto de quem fosse.Estava com um vestido estampado e novamente deixou o pobre rapaz na mão.Ela era uma boa menina,independente do amor que sentia por ela(ele).
.Queria morrer.Foi para casa com um sentimento engasgado em sua garganta.Era o amor que sentia por ela(ele).Era um amor incomparável.Um amor supremo ao que sentira por Deborah.
.Ela aceitou a maldita carona e,por fim,os ciúmes vieram à tona.
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