Eles criaram as fendas
Profetizaram o destino da carne
E não desistiram de conquistar o mundo
Até mesmo com as catástrofes dramatizadas
E não querem dinheiro
Querem o poder em suas cabeças
Mesmo que custem alguns milhões de cabeças
Mesmo que custem alguns milhões de famílias
Que não conheçam as armas,mas conheceram
De tão bem escondidas,ao povo foram reveladas
Que não conheçam aos semelhantes
Que não se defendam de seus próprios atos
Pobres!
Estão amarrados uns aos outros,quer queira,quer não
Estão prontos para matar uns aos outros
Mesmo que para matar,precisem roubar
Esses não são gente
Não merecem pisar o mesmo chão que os honestos
Pois,mesmo que ainda humilde sejam
Não levam embora a alegria do mundo
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Deborah
Conheci-a no colegial e logo apaixonei-me
Não me lembro de seus olhos conhecendo os meus
Somente lembro de sua boca e seus lábios tateando minha bochecha
E jamais esquecerei de suas ruivas madeixas
Quantas vezes a acompanhei em sua caminhada para casa
E suas palavras a me escalpelar
Palavras outrora doces como uvas
Palavra outrora complicada como curvas
E o seu espelho a mim foi entregue
E minha coroa brilhou em sua cabeça
Jamais deixarei que de mim se esqueça
Mesmo que conheça a alegria,Alegre.
Não quero perde-la
Até sinto saudades,as horas passam devagar
Te espero
Deborah...
Não me lembro de seus olhos conhecendo os meus
Somente lembro de sua boca e seus lábios tateando minha bochecha
E jamais esquecerei de suas ruivas madeixas
Quantas vezes a acompanhei em sua caminhada para casa
E suas palavras a me escalpelar
Palavras outrora doces como uvas
Palavra outrora complicada como curvas
E o seu espelho a mim foi entregue
E minha coroa brilhou em sua cabeça
Jamais deixarei que de mim se esqueça
Mesmo que conheça a alegria,Alegre.
Não quero perde-la
Até sinto saudades,as horas passam devagar
Te espero
Deborah...
Soldados ao mar
Os soldados estão ao mar!
Todos eles estão a gritar!
Só três sabem nadar
E não há botes para a plebe
Morreram sem ninguém comer a sêmea
E a sereia,não viram cantar
E antes que o siroco ganhasse a imensidão azul
Afundaram seus corpos no mar
Tamanha foi a dor da família ao receber a notícia
A neurastenia e outras chagas tomaram parte da famílias
Muitos enlouqueceram
Já outros receberam o vincendo referente às vítimas
Mas qual será o maior tributo?
A vida ou o valor pago por ela?
São os descendentes de Judas, os governantes
Que vendeu Jesus por alguns dotes
Todos eles estão a gritar!
Só três sabem nadar
E não há botes para a plebe
Morreram sem ninguém comer a sêmea
E a sereia,não viram cantar
E antes que o siroco ganhasse a imensidão azul
Afundaram seus corpos no mar
Tamanha foi a dor da família ao receber a notícia
A neurastenia e outras chagas tomaram parte da famílias
Muitos enlouqueceram
Já outros receberam o vincendo referente às vítimas
Mas qual será o maior tributo?
A vida ou o valor pago por ela?
São os descendentes de Judas, os governantes
Que vendeu Jesus por alguns dotes
Selvagem
Perdoe a acrimônia
Ela não possui instrução
Como sabes,ninguém controla o favônio,mesmo que fraco
Já causou-me,incontáveis vezes,insônia
Que aceites ou não aceites,sua mão será só tua
Mesmo que venha a te esgadanhar
Não tenhas medo de sua rebeldia
Pois sabes tu onde ela se situa
Tenho quase que certeza
Que em teu cruzador irá velejar
Com seu sorriso imarcescível
Em sua boca,à te fitar
Ela é loura
Nunca escutou a nênia
Está livre da saburrae não possui doenças
Nunca quis o sacerdócio,apesar de amar o sacerdote
Ela não possui instrução
Como sabes,ninguém controla o favônio,mesmo que fraco
Já causou-me,incontáveis vezes,insônia
Que aceites ou não aceites,sua mão será só tua
Mesmo que venha a te esgadanhar
Não tenhas medo de sua rebeldia
Pois sabes tu onde ela se situa
Tenho quase que certeza
Que em teu cruzador irá velejar
Com seu sorriso imarcescível
Em sua boca,à te fitar
Ela é loura
Nunca escutou a nênia
Está livre da saburrae não possui doenças
Nunca quis o sacerdócio,apesar de amar o sacerdote
História de um herói
A história começa quando o fato acaba
Determina o seu local e o seu fim
O sarcófago já não abre
Sua chave não habita mais a taba
E a sabre que se encontra encantada
Nunca fora,em outra vida,usada
Em batalhas profanas ou cristãs
De cristal são feitos os elmos e as maças
Onde voavam os "shurikens" e as adagas
Daqueles ninja que brigavam com os Deuses
Dqueles magos que enfeitiçavam centauros
E a magia que fluía várias vezes
Deste meio destaca-se um herói
O seu nome de batismo ninguém sabe
Em sua cidade o chama de Messias
Que treina luta,há várias noites,há vários dias
E sai Messias a desbravar
Sua experiência é quase nula
Vai-se embora montado em uma mula
E sua espada,à cintura,a lhe guardar
Eis que surge,da floresta,vários ninjas
E sua espada percebe a hora de lutar
Seu sangue é dado,aos Deuses,na disputa
E é jogado,o seu corpo aos bichos,após a luta
Determina o seu local e o seu fim
O sarcófago já não abre
Sua chave não habita mais a taba
E a sabre que se encontra encantada
Nunca fora,em outra vida,usada
Em batalhas profanas ou cristãs
De cristal são feitos os elmos e as maças
Onde voavam os "shurikens" e as adagas
Daqueles ninja que brigavam com os Deuses
Dqueles magos que enfeitiçavam centauros
E a magia que fluía várias vezes
Deste meio destaca-se um herói
O seu nome de batismo ninguém sabe
Em sua cidade o chama de Messias
Que treina luta,há várias noites,há vários dias
E sai Messias a desbravar
Sua experiência é quase nula
Vai-se embora montado em uma mula
E sua espada,à cintura,a lhe guardar
Eis que surge,da floresta,vários ninjas
E sua espada percebe a hora de lutar
Seu sangue é dado,aos Deuses,na disputa
E é jogado,o seu corpo aos bichos,após a luta
Amor II
Que será que estou sentindo?
Será amor?
Pois meu coração ao ver-te dispara
E,quando estás longe,sinto eu uma dor
Será saudade?
Acho que estou com saudades
Mas se moras do outro lado do quarteirão
Será que tão longe viajou meu coração?
Eu sinto alegria e sinto tristeza
Como pode ter um humano dois sentimentos ao mesmo tempo?
Não sei.Acho que é porque não se pode sentir um
E simplesmente jogar o outro ao vento
Amo você!
Custe o que custar eu te amo
Até mesmo que chores e mesmo que rias
Sempre vou amar-te para o resto de meus dias
Será amor?
Pois meu coração ao ver-te dispara
E,quando estás longe,sinto eu uma dor
Será saudade?
Acho que estou com saudades
Mas se moras do outro lado do quarteirão
Será que tão longe viajou meu coração?
Eu sinto alegria e sinto tristeza
Como pode ter um humano dois sentimentos ao mesmo tempo?
Não sei.Acho que é porque não se pode sentir um
E simplesmente jogar o outro ao vento
Amo você!
Custe o que custar eu te amo
Até mesmo que chores e mesmo que rias
Sempre vou amar-te para o resto de meus dias
quarta-feira, 13 de maio de 2009
O covarde
Como se um enfermo adentrasse o veículo
E todos o censsurassem pelo ato de coragem
Sentou-se ao meu lado,como um selvagem
Não me dirigiu sequer uma palavra
Que covardia minha retirada
Ele olhou-me e matou-me com seu olhar flamejante
Pois o pior enfermo é o abstinente de humildade
E o pior covarde é o que disfarça sua fuga
E o veículo continua lotado
E o enfermo continua sentado
E ao seu lado,o banco vazio é seu único amigo
Apenas vejo uma lágrima que cai com a vergonha
Que covardia!
Sou o pior covarde que existe
Não voltei a olhar para trás
Com medo
E todos o censsurassem pelo ato de coragem
Sentou-se ao meu lado,como um selvagem
Não me dirigiu sequer uma palavra
Que covardia minha retirada
Ele olhou-me e matou-me com seu olhar flamejante
Pois o pior enfermo é o abstinente de humildade
E o pior covarde é o que disfarça sua fuga
E o veículo continua lotado
E o enfermo continua sentado
E ao seu lado,o banco vazio é seu único amigo
Apenas vejo uma lágrima que cai com a vergonha
Que covardia!
Sou o pior covarde que existe
Não voltei a olhar para trás
Com medo
A caixa de pinho
Faz frio aqui,faz frio,e é tão escuro também
As portas são de pinho e as alças de ipê
Mas nem tudo é de madeira
Está tão escuro que não vejo um palmo além de minha sabedoria
E de tão escuro prega o silêncio
E de tão fria prega o espiritismo
Estou preso em uma caixa gigante
Sobe efeito de um frio nada relaxante
É contínuo meu sofrimento dentro desta caixa
Caixa quadrada e ao mesmo tempo redonda
Caixa de pinho,caixa demoníaca,caixa conífera
Tanto que lembra-me uma caixa formada por caixas
Mas o que faço par fugir desta caixa?
Sem minha sabedoria não sou nada
Agora lembro-me como fugir
Apenas acendendo o isqueiro no bolso de minha bermuda
As portas são de pinho e as alças de ipê
Mas nem tudo é de madeira
Está tão escuro que não vejo um palmo além de minha sabedoria
E de tão escuro prega o silêncio
E de tão fria prega o espiritismo
Estou preso em uma caixa gigante
Sobe efeito de um frio nada relaxante
É contínuo meu sofrimento dentro desta caixa
Caixa quadrada e ao mesmo tempo redonda
Caixa de pinho,caixa demoníaca,caixa conífera
Tanto que lembra-me uma caixa formada por caixas
Mas o que faço par fugir desta caixa?
Sem minha sabedoria não sou nada
Agora lembro-me como fugir
Apenas acendendo o isqueiro no bolso de minha bermuda
O navio
Ei,meiga,não posso te acompanhar
Apenas ao navio posso caminhar
Esqueci minha pasta em cima de minha mesa
Esqueci teu nome,não me lembro onde
Tenho de ir buscar
Não posso relaxar
Se não levar a pasta vou ficar sem seu amor
Não consigo imaginar minha vida sem te ver passar
Anda carro!
Assim a minha casa fica mais longe
Ela não pode mais a pasta esperar
E a culpa é do carro que minha casa não soube encontrar
Desisto!
Vai-te embora e "desaparece" com este navio
Este navio que só me atrasa
Que ludibriou meu carro e escondeu minha casa
Apenas ao navio posso caminhar
Esqueci minha pasta em cima de minha mesa
Esqueci teu nome,não me lembro onde
Tenho de ir buscar
Não posso relaxar
Se não levar a pasta vou ficar sem seu amor
Não consigo imaginar minha vida sem te ver passar
Anda carro!
Assim a minha casa fica mais longe
Ela não pode mais a pasta esperar
E a culpa é do carro que minha casa não soube encontrar
Desisto!
Vai-te embora e "desaparece" com este navio
Este navio que só me atrasa
Que ludibriou meu carro e escondeu minha casa
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